• Jogo de Memória encantador para conquistar crianças de todas as idades.
  • As imagens são lindas e a embalagem super prática!
  • Assustadores, divertidos e encantadores! Os mitos do folclore brasileiro cativam crianças de todas as idades.
  • Divirta-se juntando as peças deste jogo de memória com personagens que estimulam nossa imaginação.

Mula-sem-cabeça
A lenda conta que uma mulher teve um romance com um padre. Como castigo, nas noites de quinta para sexta-feira, a moça era transformada em um animal quadrúpede que galopa e salta sem parar, enquanto solta fogo pelas narinas.

Vitória-Régia
Diz a lenda que a lua era um deus que namorava as mais lindas índias e, sempre que se escondia, levava algumas para serem transformadas em estrela. Naiá era uma índia que sonhava ser levada pela Lua, mas nada acontecia. Certa noite, Naiá viu o reflexo da lua no lago e, achando que a lua vinha para levá-la, atirou-se nas águas e desapareceu. A lua, comovida, resolveu transformar a índia em uma linda planta: a vitória-régia. É por isso que as flores perfumadas e brancas dessa planta só abrem à noite.

Cuca
A Cuca é uma velha com formas de jacaré e dedos de gavião que rouba as crianças que desobedecem seus pais. O monstro é um dos principais elementos do folclore brasileiro, principalmente por causa da obra Sítio do Pica-pau Amarelo, de Monteiro Lobato, em que a Cuca é a principal vilã.

Negrinho do Pastoreio
Diz a lenda que o Negrinho do Pastoreio era um menino escravo que foi muito maltratado pelo patrão. Certa vez, quando foi pastorear os cavalos, perdeu um deles. Depois de ter sido maltratado pelo fazendeiro e jogado em um formigueiro, o Negrinho aparece sem marcas no corpo, ao lado da Virgem Maria e montado no cavalo baio que estava perdido. O fazendeiro se ajoelhou pedindo perdão. O menino nada respondeu, apenas beijou as mãos da Nossa Senhora, montou no cavalo e partiu a galope.

Comadre Florzinha
É uma fada pequena que vive nas florestas do Brasil. Vaidosa e maliciosa, possui cabelos compridos e enfeitados com flores coloridas. Vive para proteger a fauna e a flora. Junto com suas irmãs, vive dando sustos e fazendo travessuras com os caçadores e pessoas que tentam desmatar a floresta.

Boto
A lenda diz que o boto é um homem jovem, bonito e charmoso que encanta mulheres em bailes e festas. Depois da conquista, leva as jovens para a beira de um rio para namorar. Antes de a madrugada chegar, ele mergulha nas águas do rio para se transformar em boto.

Curupira
Assim como o Boitatá, o Curupira também é um protetor das matas e dos animais silvestres. O Curupira é um anão de cabelos compridos e os pés virados para trás. Persegue e mata todos os que desrespeitam a natureza. Quando alguém desaparece nas matas, muitos habitantes do interior acreditam que é obra do Curupira.

Iara
Encontramos na mitologia universal um personagem muito parecido com a Iara ou Mãe D´Água: a sereia. Ela tem o corpo metade de mulher, metade peixe. Com seu canto atraente, consegue encantar os homens e levá-los para o fundo das águas.

Saci-pererê
O saci-pererê é representado por um menino negro que tem apenas uma perna. Está sempre com seu cachimbo e com um gorro vermelho, que lhe dá poderes mágicos. Vive aprontando travessuras e se diverte muito com isso. Adora espantar cavalos, queimar comida e acordar as pessoas com gargalhadas.

 

A ilustradora Carla Pilla nasceu em 1979 e mora em Porto Alegre, mas já morou no Rio de Janeiro. É formada em Publicidade e fez Pós-Graduação em Expressão Gráfica. Sempre gostou de desenhar e fez diversos cursos de desenho e técnicas artísticas, entre eles Ilustração de Livros Infantis na CSM, em Londres. Hoje trabalha como ilustradora de vários jeitos diferentes. Desenha a coluna de Martha Medeiros aos domingos na Revista Donna, do Jornal Zero Hora. Ilustrou mais de vinte livros infantis para editoras de Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro. Inspirada em seus gatos, desenha os quadrinhos Filé de Gato, que fazem sucesso na internet e também viraram livro. Muitos ilustradores desenham no computador, mas ela gosta mesmo é de desenhar e pintar no papel, fazendo bastante bagunça! Já ilustrou livros inteiros com pastel oleoso, que apesar do nome engraçado, é parecido com um giz de cera. Também já trabalhou com recorte e colagem, usando papel colorido, tecido, lantejoulas, fitas, adesivos e muita imaginação. Mas, de uns tempos pra cá, tem gostado mesmo é de pintar com aquarela, que é um tipo de tinta bem diluída em água. Adorou ter a oportunidade de ilustrar algo diferente, como esses jogos bacanas inspirados na cultura brasileira. As imagens do folclore foram todas desenhadas com caneta e coloridas em aquarela.

Origem: Brasil

Ficha técnica:

Embalagem tipo caixa-cubo
Dimensões da embalagem (cm): 12 x 12 x 12
Quantidade de peças: 24
Idade recomendada: 3+
Peso da embalagem (g): 165
Certificado Inmetro: 006239/2018
Ilustrações: Carla Pilla

Itens inclusos:

Encarte bilingue

Jogo de Memória 24 Peças Folclore Brasileiro - Araquarela

R$56,40 R$52,90
Esgotado
Jogo de Memória 24 Peças Folclore Brasileiro - Araquarela R$52,90
  • Jogo de Memória encantador para conquistar crianças de todas as idades.
  • As imagens são lindas e a embalagem super prática!
  • Assustadores, divertidos e encantadores! Os mitos do folclore brasileiro cativam crianças de todas as idades.
  • Divirta-se juntando as peças deste jogo de memória com personagens que estimulam nossa imaginação.

Mula-sem-cabeça
A lenda conta que uma mulher teve um romance com um padre. Como castigo, nas noites de quinta para sexta-feira, a moça era transformada em um animal quadrúpede que galopa e salta sem parar, enquanto solta fogo pelas narinas.

Vitória-Régia
Diz a lenda que a lua era um deus que namorava as mais lindas índias e, sempre que se escondia, levava algumas para serem transformadas em estrela. Naiá era uma índia que sonhava ser levada pela Lua, mas nada acontecia. Certa noite, Naiá viu o reflexo da lua no lago e, achando que a lua vinha para levá-la, atirou-se nas águas e desapareceu. A lua, comovida, resolveu transformar a índia em uma linda planta: a vitória-régia. É por isso que as flores perfumadas e brancas dessa planta só abrem à noite.

Cuca
A Cuca é uma velha com formas de jacaré e dedos de gavião que rouba as crianças que desobedecem seus pais. O monstro é um dos principais elementos do folclore brasileiro, principalmente por causa da obra Sítio do Pica-pau Amarelo, de Monteiro Lobato, em que a Cuca é a principal vilã.

Negrinho do Pastoreio
Diz a lenda que o Negrinho do Pastoreio era um menino escravo que foi muito maltratado pelo patrão. Certa vez, quando foi pastorear os cavalos, perdeu um deles. Depois de ter sido maltratado pelo fazendeiro e jogado em um formigueiro, o Negrinho aparece sem marcas no corpo, ao lado da Virgem Maria e montado no cavalo baio que estava perdido. O fazendeiro se ajoelhou pedindo perdão. O menino nada respondeu, apenas beijou as mãos da Nossa Senhora, montou no cavalo e partiu a galope.

Comadre Florzinha
É uma fada pequena que vive nas florestas do Brasil. Vaidosa e maliciosa, possui cabelos compridos e enfeitados com flores coloridas. Vive para proteger a fauna e a flora. Junto com suas irmãs, vive dando sustos e fazendo travessuras com os caçadores e pessoas que tentam desmatar a floresta.

Boto
A lenda diz que o boto é um homem jovem, bonito e charmoso que encanta mulheres em bailes e festas. Depois da conquista, leva as jovens para a beira de um rio para namorar. Antes de a madrugada chegar, ele mergulha nas águas do rio para se transformar em boto.

Curupira
Assim como o Boitatá, o Curupira também é um protetor das matas e dos animais silvestres. O Curupira é um anão de cabelos compridos e os pés virados para trás. Persegue e mata todos os que desrespeitam a natureza. Quando alguém desaparece nas matas, muitos habitantes do interior acreditam que é obra do Curupira.

Iara
Encontramos na mitologia universal um personagem muito parecido com a Iara ou Mãe D´Água: a sereia. Ela tem o corpo metade de mulher, metade peixe. Com seu canto atraente, consegue encantar os homens e levá-los para o fundo das águas.

Saci-pererê
O saci-pererê é representado por um menino negro que tem apenas uma perna. Está sempre com seu cachimbo e com um gorro vermelho, que lhe dá poderes mágicos. Vive aprontando travessuras e se diverte muito com isso. Adora espantar cavalos, queimar comida e acordar as pessoas com gargalhadas.

 

A ilustradora Carla Pilla nasceu em 1979 e mora em Porto Alegre, mas já morou no Rio de Janeiro. É formada em Publicidade e fez Pós-Graduação em Expressão Gráfica. Sempre gostou de desenhar e fez diversos cursos de desenho e técnicas artísticas, entre eles Ilustração de Livros Infantis na CSM, em Londres. Hoje trabalha como ilustradora de vários jeitos diferentes. Desenha a coluna de Martha Medeiros aos domingos na Revista Donna, do Jornal Zero Hora. Ilustrou mais de vinte livros infantis para editoras de Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro. Inspirada em seus gatos, desenha os quadrinhos Filé de Gato, que fazem sucesso na internet e também viraram livro. Muitos ilustradores desenham no computador, mas ela gosta mesmo é de desenhar e pintar no papel, fazendo bastante bagunça! Já ilustrou livros inteiros com pastel oleoso, que apesar do nome engraçado, é parecido com um giz de cera. Também já trabalhou com recorte e colagem, usando papel colorido, tecido, lantejoulas, fitas, adesivos e muita imaginação. Mas, de uns tempos pra cá, tem gostado mesmo é de pintar com aquarela, que é um tipo de tinta bem diluída em água. Adorou ter a oportunidade de ilustrar algo diferente, como esses jogos bacanas inspirados na cultura brasileira. As imagens do folclore foram todas desenhadas com caneta e coloridas em aquarela.

Origem: Brasil

Ficha técnica:

Embalagem tipo caixa-cubo
Dimensões da embalagem (cm): 12 x 12 x 12
Quantidade de peças: 24
Idade recomendada: 3+
Peso da embalagem (g): 165
Certificado Inmetro: 006239/2018
Ilustrações: Carla Pilla

Itens inclusos:

Encarte bilingue